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Por que contratar um advogado para a ação de alimentos faz diferença


Muitas famílias tentam resolver a pensão alimentícia por conta própria, seja por acordo verbal, seja por petição avulsa sem acompanhamento técnico. O resultado costuma ser valor mal calculado, direitos não exercidos e dificuldade para cobrar quando o pagamento para. Entenda o que um advogado agrega a esse processo.


Cálculo adequado do valor da pensão


O valor dos alimentos não é arbitrário. Ele considera a necessidade de quem recebe e a possibilidade de quem paga, incluindo rendimentos formais e informais, e o padrão de vida da família antes da separação. Um advogado sabe reunir e apresentar essas provas de forma que o juiz tenha elementos reais para fixar um valor justo, evitando tanto a fixação insuficiente quanto pedidos que não se sustentam.


Agilidade processual


A ação de alimentos tem rito especial, com prazos e possibilidade de fixação de alimentos provisórios logo no início do processo, para que a criança ou o dependente não fique desamparado durante a tramitação. Sem conhecimento técnico, é comum perder esse benefício por erro de petição inicial.


Garantia de direitos do menor


Além da pensão em dinheiro, a ação pode e deve tratar de despesas extraordinárias, como plano de saúde, escola e atividades, e da guarda e convivência. Um advogado orienta sobre todos os pontos que devem constar do pedido, evitando que a família precise entrar com nova ação depois por ter deixado algo de fora.


Negociação e acordo


Quando há espaço para acordo entre as partes, o advogado atua para que os termos sejam justos e, principalmente, exequíveis, ou seja, redigidos de forma que possam ser cobrados judicialmente caso descumpridos. Acordo informal, sem homologação judicial, não tem essa força.


Execução em caso de inadimplência


Se o alimentante para de pagar, existem mecanismos judiciais fortes para cobrança: desconto em folha, protesto, inclusão em cadastro de inadimplentes e até prisão civil em regime fechado para dívidas recentes. Um advogado sabe qual via usar em cada situação para obter resultado rápido, e não apenas ameaças que não se concretizam.

Contratar acompanhamento jurídico desde o início evita retrabalho, protege o direito de quem recebe a pensão e reduz o desgaste emocional de lidar sozinho com um processo que envolve, ao mesmo tempo, direito e relação familiar.

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